segunda-feira, 1 de junho de 2015

''O mundo é tudo o que acontece''

A história que recentemente apresentei intitula-se de ''O mundo é tudo o que aconteceu'' e este insere-se num livro com o mesmo título. Foi escrito por Pedro Paixão, um escritora lisboeta nascido em 1956. Esta história retrata a vida e a maneira que nós a encaramos. Relata diversos aspetos importantes sobre a vida mas reforça que esta é apenas uma passagem e que nada nos pertence nem nos está garantido. Retrata a possível existência de Deus e de como este teve a incrível capacidade para criar tudo o que nos rodeia. O texto termina com a citação ''Mas que Deus, meu Deus, és tu, que o próprio nome, escondes?'' o que revela a curiosidade e intriga por parte do narrador, sendo que este, apesar de se revelar crente da sua existência, questiona a razão pela qual este não é visível, nem identificável.
Considero esta história muito interessante, apesar de ser um pouco vaga, pois retrata a realidade. A realidade com que vivemos nos dias de hoje e a que viveremos nos nossos futuros dias. A vida é incerta, isso é um facto. Tudo o que consideramos nosso hoje, pode já não o ser amanhã. Deus, segundo as crenças do narrador e contra as minhas, criou o mundo à base de nada. Apesar da pequena discórdia pessoal em relação à Força Superior da Igreja, concordo com tudo o que autor explicita no desabafo que fez sobre a sua opinião na vida. Concordo com o facto de este referir, no fim, que a razão da vida de cada um é impossível de encontrar. Na minha opinião, a razão pela qual nos encontramos de pés assentes na Terra nunca é descoberta. Temos apenas de aproveitar enquanto podemos para fazer esta pequena viagem pela Terra merecedora porque se ficarmos sentados de braços cruzados à espera que a razão pela qual fomos colocados neste maravilhoso mundo, a vida passará-nos à frente dos nossos olhos e quando dermos conta, já é tarde demais para fazer algo de especial com a vida. 

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